quarta-feira, maio 19, 2010

Identidade


8 as belezas enferrujam e morrem pela falta de cuidado, então não há mais identidade... (Captei no quintal do fundo de casa)...

O Tuiuiú bate as frondosas
asas sobre as nuvens
queimadas sobrepostas
ao engarrafado trânsito incontido
nos fragmentos da cidade em cinzas

se envenena aos poucos
com os pedaços concretos
do urbano funesto incendiário
procura um canto verde pré-utópico
para morrer simbolicamente longe
das invasões.

Às 12h51, 15 de maio de 2010 (Rafael Belo/ Folha de Outono)

3 comentários:

Déia disse...

Mas, ele pode voar...Voe para bem longe, escolha seu caminho, seu viver e seu morrer!

bj

Naty Araújo disse...

Lindão, Rafa.
Essa imagem achei a melhor... Vc tem o detalhe nos olhos, entende? rs.

É demais de bom.
Voltei e agora pra ficar...minha net obedeceu meus comandos dessa vez.
Seu layout está prestes a ser testado, já que não deu pra fazer sem a conexão.

Beijos

Rafael Belo disse...

Ele morre simbolicamente como literalmente se suicidam os poetas vendidos rsrsrs é um crítica querida Déa...bj,

Uuu obrigadoo querida Naty , opa aguardo ansioso :D bj