quinta-feira, maio 23, 2013

Clarão aceso

Clarão aceso

Imediatamente a mente turva sem sentir
parte a partir da impaciência chula, ciência exatamente cega
nas pregas de quem prega a imposição do som no tom
da curva aguda e avolumada das desrazões erradas do agir

evolução do templo em ruínas desmoronando o movimento amplo, da impulsão

partida das gírias do grito pela força da mão,
da quantidade da massa sem forma na presa liberdade da vontade de não pensar,

acima da superfície molhada e o corpo suado,
o céu se apaga sobre o culpado,
estufam-se peitos, sem respeito, choques, toques, clarão, então,
cai o raio.

Rafael Belo, quarta-feira, 22 de maio de 2013, às 13h48.


5 comentários:

José María Souza Costa disse...

Olá, Rafael Bello.
Bom dia.

Ah, essa vida abstrata, tacanha, safada, fingida e fingidía.
Ah, essa luta suave, disfaçada e desenhada em mentes ou por mentes. Hum, esses escritos sonhados, pensados, metrificados no tempo e com o tempo, medidos com a régua da experiência " de vida ", faz-se pensar um pensamento agudo e interrogativo. Por quê ?
Abraços, amigo.

Rafael Belo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Isolda Herculano disse...

Menino do céu, Rafael. Gostei muito do seu novo layout. Cara de manuscrito. Fica uma sensação boa. Parabéns e saudades.

Rafael Belo disse...

Obrigado Is querida. QUe bom você por aqui. Adoro estas sensações e a ideia era deixar aquela vontade de deitar na grama e ler os sentimentos ao redor e por dentro.

Rafael Belo disse...

obrigado meu caro amigo. Quanto mais lemos e vivemos menos sabemos...