quinta-feira, agosto 11, 2016

Brinquedo parado



passageiras pessoas pedem perdão para permanecer
partem partes pelo perigo pairando por perecer
em um minuto muito morreu sem ninguém perceber
a vida vai viajando em nuvens em cada entardecer

anoitecem as alianças presas nos dedos sem amanhecer
o tempo é um brinquedo parado sem nos permitir o conhecer

o certo estava errado o errado estava certo tudo pode acontecer

certezas e incertezas são do avesso quando o muro balança ao vento
caem sentimentos no balanço e o coração arruinou todo batimento no chão

abaladas baladas badalam bastante até o instante de derrubar o destino delinquente e se encarar de frente.


(Às 01h12, Rafael Belo, quinta-feira, 11 de agosto de 2016)

2 comentários:

Rodrigo Monteiro disse...

Excelente, irmão!!!!������

Rodrigo Monteiro disse...

Excelente, irmão!!!!������