terça-feira, agosto 09, 2016

Vestígios dos destinos



erros barram o caminho um ninho de cobras criadas
sangram picadas mágoas destiladas no tropeço da relação
gelos derretidos no coração antes da jornada terminada
a solidão escolhe muitas estradas não sabemos de nada

caem ciladas celestes como cometas competindo cansados
encolhem encontros enquanto enchem egos estourados
conflitos ditos mitos silenciosamente se calam

as rosam também emudecem raivas falam

devolvendo uma só direção medindo o peso do tempo
quando um só quer sentimento vestígios dos destinos matam.


(às 22h50, Rafael Belo, 08 de agosto de 2016, segunda-feira)

2 comentários:

Maria Belo disse...

......as rosas também emudecem!lindo!

Maria Belo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.