Clarão aceso
Imediatamente
a mente turva sem sentir
parte a
partir da impaciência chula, ciência exatamente cega
nas
pregas de quem prega a imposição do som no tom
da curva
aguda e avolumada das desrazões erradas do agir
evolução
do templo em ruínas desmoronando o movimento amplo, da impulsão
partida das
gírias do grito pela força da mão,
da
quantidade da massa sem forma na presa liberdade da vontade de não pensar,
acima da
superfície molhada e o corpo suado,
o céu se
apaga sobre o culpado,
estufam-se
peitos, sem respeito, choques, toques, clarão, então,
cai o
raio.
Rafael Belo, quarta-feira, 22 de
maio de 2013, às 13h48.