segunda-feira, fevereiro 22, 2010

Paradoxos mentais

*foto tirada enquanto esperava para trabalhar na última quinta
Por Rafael Belo

Devaneios com os pés no chão... Não! Não é um paradoxo passível da minha realidade de uma mente além. Não posso usar este paradoxo! Seria uma quebra dos meus paradigmas quebrantáveis. Posso voar sem asas, enxergar através da neblina e até por meio dela, mas preciso delirar minhas razões de ser com pés impossíveis de copiar em qualquer realidade física-virtual morta de overdose de desinformação pelas limitações impostas a artes sem limites.

Arterium Intensus... Meu nome registrado na pele em marcas de nascença. Composto e único de complexidade...! Não é assim o ser humano?! Por que negar tal dádiva da digital da alma?! Não! Leave me alone... For now... No momento quero me sentir sozinho. Há algum problema nisso?! Minhas multidões podem me encarar como querem. Se querem ser homônimos parônimos heterônimos anônimos... Serão. São implanejáveis. Vêem em linhas tênues incontroláveis paridas em qualquer hora e lugar sem preocupação com impacto ou regras literárias.

Jorro meus eus por aqui, por aí em toda parte no mesmo momento numa sensação onipresente de estar na mente de outros diferentes dos meus eus. Qual a importância do meu nascimento se não minha liberdade e o meu fazer dela. Sou paradoxo de mim, paradoxo do reflexo, paradoxo da reflexão do espelho... Enjôos do meu refluxo mundano saem em incômodos vômitos mareantes de ordens orais, manuais, mentais do meu caos.

Sou meu incomodo sendo você por dentro manifestado em berros de liberdade de sinceridade de máscaras depostas do devaneio da humanidade caminhando com as mãos, para mantê-las limpas. Minha mente paradoxal cabe na sua intensa artéria latejante pronta para uma AVC inexistente já pelo nosso olhar freudiano de Sófocles da realidade conforme nossos olhos insanos sanados da criação familiar. Deixo este lugar para viver no meu hospício banido onde só caminho com meu coração liderado pela alma consultora da mente imaginária. Vou para sempre, volto em seguida, logo.

4 comentários:

Deise Anne disse...

Oi, Rafa!!!
Tem um selinho pra você lá no blog. Passa lá pra buscar tá?

Beijos e ótima semana pra você!

La Sorcière disse...

Oi Rafa!!!
Em cada texto seu, fica muito claro para mim o quanto vc pode "voar sem asas"!
Bjks

Alê

Déia disse...

Rafa,

Que loucura esse texto... pirei rsrsrsrs
Quantos extremos, conflitos mexem com nossa vida, heim?

Lindo, como vc escreve e depois risca o nome? quero aprender! rs
bj

ps - a foto , arrasou, pra variar

Rafael Belo disse...

Oi De! Muitoo obrigado pelo imenso carinho e palavras :D bj.

Oi Lezinha! Sempre me fascinei por voar sem asas, é uma vida por instante! bjs

Não é!? OO Déainha hehe espero que tenha "ensinado" certo haahaua "falta do que fazer a gente tira foto" heheh beijos.